29 outubro 2009

This Is It


Cinco Palavras: Nem sei o que dizer

27 outubro 2009

Só pr ´avisar... outra vez

Que este Benfica me está a deixar em cuidados e acho que não me vou segurar e já me sinto a ficar a pontos de fazer qualquer coisa para abanar a cabeça daqueles gajos que se vestem de verde e pisam um estádio que fica ali prós lados de Alvalade (já podem respirar)

Mas afinal o que vem a ser isto?????!!! Milagre da multiplicação????!!!! A sério, ninguém (entenda-se qualquer águia com ou sem penas) merece!!! Fogo, pah!! Já não chega??????!!!!! Tanta coisa, tanta coisa...

Tanto golo, tanto golo... Tanto ego envaidecido e tanta boca e piadola a ser proferida. E para quê?! Para depois, lá po final de Maio, perderem o campeonato. ahahahahahaha

26 outubro 2009

Só pr ´avisar

Que eu, hoje, comprei um cd destes meninos aqui em baixo. Não só porque estava ao preço da chuva (na worten), mas também porque eu devo ser a única gaja da minha geração que não sabe uma única estrofe das músicas deles. Acontece que, ao que tudo indica, a parte do não sabe já vai longe... Estamos mais no modo não sabia. E prestes a entrar no status "sei todas e mais algumas músicas deles. As velhas, as novas e até aquelas que hão-de vir!"
Sexta mi aguardem! Contra tudo e... contra todas!!! Assim, só por diversão!!
Mas quem manda aqui???!!!

25 outubro 2009

Palavra de mãe, não é ordem de mãe, pois não?!

No espaço de uma semana, a mãe disse-me duas vezes que acha que devo arranjar um namorado. Que se me apaixonar, conseguirei tomar decisões mais ponderadas e, acima de tudo, mais decididas. Que a minha vontade de levar a minha vida para a frente será uma melhor vontade. Que de certeza que irei passar a comer melhor e que tudo me irá ajudar a superar a disfunção alimentar e o descontrolo hormonal, provocado pela alteração do meu sistema nervoso, que passará a estar mais calmo e tranquilo.
Que só o facto de andar mais feliz, de adormecer e acordar com alguém no pensamento, só o facto da paixão me colocar um sorriso nos lábios e me fazer sentir bem, tudo junto me fará sentir melhor comigo e com a minha vida.
Até a minha mãe! Será que ando assim tão rabugenta e ainda não me apercebi disso??

22 outubro 2009

Contado ninguém acredita

A penúltima vez que vi este menino, ele era um puto reguila e irritante. A última vez que o vi, ele passou à minha frente várias vezes. Pra lá e pra cá, na passerelle do Portugal Fashion.
Cresceu, o rapaz... Os ares da Serra que respirou durante a infância, só lhe fizeram bem.


Diz que tem carreira de sucesso
Aqui e Aqui
Vá, orgulhem-se!

Um sinal


Preciso de um sinal
Peço um sinal

21 outubro 2009


Só podes ler os meus pensamentos. Estavas lá à minha espera, só para me dizer que depois de Paris e Barcelona, agora me sonhas em Veneza.
A facilidade com que transmites o quanto me desejas e o quanto precisas que eu acredite em ti, só me dá vontade de rir. E rio. À tua frente, rio-me com aquele riso do medo bom que as palavras proferidas por ti, bad boy, provocam em mim. Mas quando tu não estás, perco-me em pensamentos. Então dou comigo a sorrir e já aconteceu encontrar-me num sorriso igual ao que já vi no teu rosto, mas que ocultaste quando sentiste que te estava a perceber.
O que tu não sabes é que eu (agora) troco Paris, Barcelona e Veneza por um regresso à Jamaica. Quero fotografar mais e melhor do quando de lá cabe dentro de mim, que eu não tive oportunidade de viver e partilhar.
Depois disto, talvez eu possa ser companhia em Paris, em Barcelona ou em Veneza. Talvez até em Amesterdão, Nova Iorque ou no Rio de Janeiro. Sei que saberás aproveitar-me. E eu serei a tua melhor companhia.

Let it rain... on me


Já disse aqui que a minha relação com a chuva não é das melhores. Também disse aqui que não começámos bem o Outono e que por isso a nossa relação durante a estação pluvial poderá não ser das mais saudáveis. Acontece que tudo muda e eu estou a viver a plenitude da mudança. Por isso, não estranhei a satisfação com que encarei o dia de hoje, assim que coloquei o pézinho na rua.
Foi em modus alegria activo que caminhei para o carro. Não foi dos dias mais felizes a conduzir para o trabalho, mas embora o limpa pára-brisas fosse a funcionar e a velocidade quase a metade do habitual, não me chateei nada com isso.
Hoje, durante a manhã disse para mim que ainda iria ver a luz do sol. E fez-se sol. O sol brilhou na rua durante a hora de almoço. O sol brilhou em mim. E brilhou dentro de mim. Os raios estenderam-se pelos céus da Serra de Sintra... e deram ar da sua graça durante a tarde. E eu, eu percebi e conheci o brilho das gotas que caiam do céu. Afinal, a chuva brilha! A chuva tem um brilho reflector e a partir de hoje irá reflectir aquilo que eu quiser. O brilho da chuva será imagem projectada, cor e luz reflectidas. Será o meu sentir.
O brilho da chuva de hoje fez borbulhar energia dentro de mim e fez-me ter a certeza de que o nó que se formou na minha garganta está a pediu para se soltar. E eu acedi, mas vou deixar que se solte à sua velocidade, de forma natural.
Os meus dias maus não duram dias e dias. Eu não deixo que se estendam mais do que as 24 horas permitidas. A minha energia é positiva, saudável e verdadeira. Graças a ela, tenho sempre força para continuar em frente e enfrentar as curvas apertadas da minha caminhada.
Quero ter sempre presente um let the sunshine in na minha vida, mas hoje quero também tornar possível o let the rain in. Vai acontecer!

20 outubro 2009

Viver a Vida, Meu Amor

A Alexandrinha Lencastre está numa fase má? A senhora aparece em cuidados em todo lado. Na nova novela a mulher não faz mais nada a não ser chorar?!
Dúvida: Quem é que ainda usa naperons em cima dos sofás, das mesas e das bancas da cozinha? As senhoras que moram nas casas da Plural, só! E a Ritolas e o seu sotaque lá do meio do Alentejo?! Só não combina ali muito bem as sobrancelhas demasiado finas.
Não fosse a música do tio Cid ...
E tufas, mudei-me pra nova brasileira da SIC. Eu, que já não me lembrava de ver novelas.

19 outubro 2009

É muita magia

A minha vida anda uma coisa sem explicação. Os últimos tempos têm sido demais em matéria de coisas estranhas a acontecer-me. Está bem que podem ser coisinhas da vida, dias maus e afins, mas por amor à santa lá de cima, já chega.
Então vai uma gaja de Lisboa ao Porto para apreciar as modas, até porque nunca tinha feito o Portugal Fashion. Chega lá e todo um mundo de estranhezas a acontecer: Bloqueei um telemóvel que não é meu. O carregador do portátil deixou de funcionar na tarde de maior confusão e trabalho. Senti-me mal, mas mal a sério com uma enxaqueca que me tirou todas as forcinhas e mais algumas. Vomitei tudo o que havia para vomitar. Hospedada num cinco estrelas, nem uma alminha para ir buscar as minhas malas ao carro. Aspirinhas?? Benurons?? Não devem saber o que é isso lá prós lados da Rua de Serralves. Aliás, saber até sabem, "mas acabou ontem".
Quando já me ria disto, dou comigo de caneta e bloco na mão. Tudo porque o avanço das novas tecnologias ainda não permite que elas não avariem. E lá se foram dois dias de trabalho para o bilhar grande. Ficamos por aqui? Ora essa, gaja que é gaja, aguenta muito mais. Ainda falta um dia para ir embora, por isso nada melhor do que me assaltarem o carro. O carro que até nem é meu... Muito bom!!! Se isto não é uma praga bem rogada, alguém que defina o que é. Eu não estou a conseguir.
Ai são pragas?? Pois que sejam!! E quem as roga que saiba que eu tou aqui para elas. Já estou como a outro: "tenho 26 anos e muita magia". Tudo isto não me derruba. Sei que sou forte o suficiente para combater as más energias. E até agradeço. Afinal, no meio de tanta coisa, fico sempre a saber com quem posso contar. Já tive essa prova em Lisboa e durante os últimos quatro dias, fiquei a saber que as pessoas do Porto (que eu já tinha em boa conta), afinal são ainda melhores. E não só. A revelação veio da pessoa que passa os dias na sala quase ao lado da minha- E isso deixou-me contente.
Mais. Se realmente são pragas, se andam por aí alminhas a quem a minha pessoa provoca comichão, então tomem lá: três pares de botas, uns sapatos e umas sandálias. Três vestidos. Dois coletes. Um casaco. Três camisolas. Três vestidos. Um relógio. E acho que me estou a esquecer de alguma coisa. Muito bem, foi este o resultado de mais uma visita minha ao norte e de uma visita da minha tia a Portugal durante os mesmos dias. Tudo isto para passear pelos dias e pelas noites que tenho à minha frente. Porque eu tenho mesmo muita magia. Porque o mundo também é meu! Porque o sol também nasce para mim! Porque eu vivo bem comigo e, acima de tudo, posso com o bem dos outros como se fosse o meu próprio bem. Más energias? Venham elas!! A minha força e a minha positividade estarão sempre aqui. Para mim. Para o que vier. Para quem vier!!

17 outubro 2009


Um dia destes faço-te uma espera. Sei de cor a hora a que chegas. Vejo-te sempre chegar. Sei o caminho que percorres. Sei a velocidade dos teus passos e sei por que escadas tu sobes. E tu sabes que eu sei isso tudo. E gostas disso. Ao mesmo tempo, fazes disto o jogo que só tu gostas de jogar. Eu não quero jogar mais.
Um dia destes faço-te uma espera. E levo-te para minha casa. Um dia… e depois desse dia poderei ir contigo a Paris. E depois a Barcelona, como tu tanto queres e fazes questão de frisar. Ainda não percebi porque me queres em Paris. Não entendo o motivo de me quereres em Barcelona. Finjo não perceber. Não quero entender. Um dia destes faço-te uma espera. Um dia. Então esse dia será O dia! O dia que tanto me pressionas para que chegue. O dia que eu também quero que chegue, mas que teimo em não deixar que aconteça.

14 outubro 2009

O deus castiga!


É hora de almoço, duas amigas vão buscar café à máquina do refeitório da empresa onde trabalham. No caminho para lá a conversa é típica de gajas. Enquanto a máquina tira o café, a típica conversa de gajas. No regresso, a conversa do costume. Café na mão, um degrau, dois degraus, três degraus e... tufas. Café na mão, café nas calças, café no chão. Mão queimada, muitas gargalhadas e quem não devia a testemunhar o acontecimento.
Ora bem, posto isto, de que estavam as duas a falar?? De outra gaja, pois claro!

Eu adoro "brincadeiras"

Ui, então quanto mais caseiras, melhor!
Eu também brinco com o Sócatres, e com a sua alegada falta de formação académica. Eu, se mandar um trambolhão, faço disso "uma própria tragédia", e não só brinco com isso, como gozo com a figurinha que fiz. Eu também "brigo" com a minha mãe. Eu tenho um avô que tem a alcunha de redondo e uma avó conhecida na aldeia como "a grainhas". Sou Pina de nome, graças à minha avó paterna, o que me faz carregar a alcunha de "pinante" desde os tempos da faculdade.
Eu, não só amo a minha Santa Terrinha, situada lá pós lados da minha serra, como tenho o maior orgulho por ser da terrinha e ter para onde ir naqueles fins-de-semana que não me apetece Lisboa.
Tudo isto e mais alguma coisa não faz com que eu saia "por aí, brincando". Até porque, se eu fosse em trabalho ao país desta senhora, cuspisse em pleno chão do Corcovado, no Calçadão ou à porta do Projac e pedisse a um colega meu de trabalho para eternizar o momento, assim, só por diversão, certamente que a minha nacionalidade me daria direito a "honras" bem maiores e piores do que aquelas que esta senhora tem tido nos últimos dois dias, mesmo dois anos após o acontecimento.
Até ontem, eu até gostava dela.
Hoje, ela que não se esqueça que também precisa de nós. Muito mais do que nós precisamos dela. E na próxima vez que ficar sem papeis "nas novela", que não venha para cá falar no assunto. É que já nos bastava um video daqueles, não precisávamos de outro com pedidos esfarrapados de desculpas.
Destino, já te pedi para o meu caminho ser cruzado com o desta senhora, não já?!



Justin, o Português


Eu juro que não estou louca e que o calor ainda não me afectou a sanidade mental. Eu juro que não estou a mentir, embora não tenha como provar. E juro também que vi este menino, sentado na terceira fila, a ver com toda a atenção do mundo e mais alguma o desfile de Luís Buchinho, na ModaLisboa.
Anda por aí um sobrinho da Betty Feia e ainda ninguém descobriu?!

Ai qui caloohh


Este Outono feito Verão, provoca em mim estados que me deixam assim, vá... a modos que "muita coisinha", como diz alguém que eu conheço.

13 outubro 2009

Podiamos viver sem isto?



Podiamos, mas não era a mesma coisa!
Agora, já sabemos que exemplo dar quando nos quisermos referir a pessoas que são mais uma aberração do que outra coisa.
E mais: a partir de hoje, quando quiser chamar estúpido a alguém, vou fazer questão de usar duas palavras: Maitê Proença.
Destino, se realmente existes, peço-te que ponhas esta mulher no meu caminho. Ou eu no caminho dela.

A pontos de...


Aqui, todos os dias se corre na linha da frente. Nunca atrás. Aqui, o status é fazer de difícil, mas nunca tornar algo impossível. Porque aqui, fechado não é sinónimo de encerrado. E a bela adormecida dos tempos modernos não precisa do toque do despertador para a acordar.

12 outubro 2009

À minha moda

De modas, vamos bem e recomenda-se. Senhores do lápis, do papel e do desenho. Da linha, da agulha e do dedal, podem continuar.
Nos quatros dias em que só de moda se falou, só moda se respirou e até com moda se sonhou, não passou e não passa de moda o imperativo da minha moda. A moda que me vê passar moda que nos vê passar e nunca a moda que passa por mim.
Na minha moda há tules e flores. Há riscas e bolas. Rosa berrante e amarelo pálido, que para alguma coisa há-de servir. Vestidos, despidos, mini-saias e saias compridas. Saltos altos. Agulha, cunha, compensados e até uns Letizios, assim, só por acaso. Dádos, comprados ou emprestados. Sabrinas, chinelinho e havaianas, sempre que for preciso e me apetecer. Na minha moda, agradeço ao champôo, ao amaciador, ao creme e às gotas para as pontas, que a minha moda coloca logo a seguir ao secador. A minha moda nunca se irá arrepender daquilo que gastou em maquilhagem, ali num corner do El Cort Inglês. Nem de ter comprado umas botas e uns sapatos, na porta seguinte aquela onde comprou umas sandálias. Afinal, a minha moda está sempre a precisar. Talvez por isto, a minha moda sabe sempre onde deixou aquela bijuteria que, num certo dia, guardou dentro de uma bolsa e colocou lá no fundo de uma gaveta, como que a querer esquecer que algum dia aquilo tenha sido moda.
O perfume da moda, na minha moda é o perfume que cheira a mim.
Na minha moda mando eu e a minha vontade. Na minha moda não há pré-estabelecidos nem pré-combinados. Na minha moda as coisas acontecem. Com a minha moda, as quatro da tarde são tão iguais ao meio-dia, como as dez da noite podem ser cinco ou seis da manhã. Na minha moda é importante que a SIC Mulher passe o Querido, Mudei a Casa às cinco da manhã, quando realmente são cinco da manhã
Com a minha moda as histórias repetem-se. Sejam elas boas ou más. Na minha moda, se o que se repete é mau, não denuncia burrice. Simplesmente quer dizer que, por vezes, é necessário enfiar o pé na poça mais do que uma vez. Apenas e só, porque na moda as coisas não nos servem logo à primeira. E, da mesma maneira que é preciso conseguir respirar fundo e encolher a barriga para apertar um botão, também é preciso ter noção do quão importante é que o botão se feche e não fique com folga.
Na minha moda, a música tem a mesma importância que tem o silêncio. E é tão importante uma noite que começa com um jantar de sábado e que acaba com o pequeno-almoço de domingo, como uma noite de sábado que começa ao final da tarde no sofá e termina ao início da noite, debaixo do edredon com um livro de trezentas páginas na mão. Sim, porque a minha moda gosta tanto de ler como de fazer brindes, tirar fotografias a sorrir e a fazer caretas ou colocar máscara nas pestanas para que elas pareçam mais volumosas. A minha moda só não gasta tanto dinheiro na livraria, como gasta no corner da maquilhagem, porque tem livros de borla.
Na minha moda é possível regressar a casa descalça, depois de um dia de trabalho com uns sapatos apertados nos pés, como é tão possível sair da discoteca da moda, tirar o sapato da moda, caminhar para o carro descalça e, pelo caminho ainda "descansar" naquilo a que se chama de "circuito de fitness", ali ao lado do Tejo. E é possível rir a bom rir na cara de quem passa, vê e goza só porque não sabe que também é moda fazer isso sem se estar debaixo do domínio de gins e vodkas que, às vezes, também dão o ar de sua graça na moda. Sim, porque a minha moda é natural.
A minha moda, por vezes, quer deitar-se cedo, mas ao regressar a casa e ver que não consegue lugar no estacionamento, a minha moda, pára o carro onde lhe apetece, vai a casar comer Nestum (??!!) e volta para o local de onde veio.
E a minha moda tem coisas realmente na moda, como o facto de estar sempre na dela, indiferente a ataques alheios e do momento. A minha moda não está atenta aquilo que todas estão. A minha moda não quer aquilo que todas querem. E muito menos está receptiva a tudo e a todos. Afinal, tudo, na minha moda é à minha maneira... à minha moda!

08 outubro 2009

06 outubro 2009

Mas quem é que te chamou?


Não gostei da tua chegada nada anunciada, ali para os lados de cima de Portugal. Não gostei que me tivesses obrigado a mudar de roupa, quando eu estava com um belo calção vestido e cheia de calor. Não gostei que te tivesses aliado ao tempo abafado que se fazia sentir lá no lado de cima. Não gostei de te sentir cair nas minhas costas. Para quem acaba de chegar, vens fria! E detestei que me tivesses acompanhado durante as três horas e meia que demorei a fazer quase 300 quilómetros. Para companhia, estás muito inconstante. Ora dás o ar da tua (pouca) graça, ora nem parvos consegues atingir.

Atrevo-me a dizer que começamos mal, chuva. Não estava nada preparada para te receber e recuso-me a aceitar que estejas por cá. Portanto, é bom que olhes pela tua vida e me poupes aquele trabalho de tirar as galochas do armário, sem antes ter arrumado as melissa. Tudo e só porque não sabes se tás cá para ficar.

Resta-me a esperança anunciada pelo "sinal" ouvido à chegada: Que se o descanso de três belos dias no sítio dos passarinhos acaba assim, a semana não terminará pior. Tá dito!

05 outubro 2009

Daquelas Coisas

Não sei se já disse isto, mas para o caso de já ter dito, repito: até hoje, a minha intuição nunca se enganou. E isto, às vezes, assusta-me.