09 Fevereiro 2010
08 Fevereiro 2010
06 Fevereiro 2010
Status
Pela primeira vez, de muitas que já vim à Suiça, ontem vi chover nesta terra.
A neve também não pára de cair. Hoje ninguém saiu de casa por causa dela.
A temperatura continua negativa, ainda que ontem tenha subido e passado a fasquia dos zero graus.
Patinagem no gelo, sou tua!A neve também não pára de cair. Hoje ninguém saiu de casa por causa dela.
A temperatura continua negativa, ainda que ontem tenha subido e passado a fasquia dos zero graus.
Esta terra dá-me sono.
Cantei As Baleias, do Roberto Carlos, e Coisinha Sexy, da Ruth Marlene, no Karaok.
Estou preocupada por ter cantado no Karaok.
Há uma semana que durmo num quarto cujo papel de parede são posters do Cristiano Ronaldo.
Ganhamos uma scooter no Loto.
Vamos vender a scooter.
Passo os dias a ouvir Ivete Sangalo, Ana Carolina, Djavan e afins.
Não sei porque é que passo os dias a ouvir Ivete Sangalo, Ana Carolina, Djavan e afins.
A conversa no msn, esta noite, durou até às sete da manhã... seis em Portugal.
Depois da conversa demorei duas horas a adormecer.
05 Fevereiro 2010
04 Fevereiro 2010
Rosa Branca

Quem me quiser há-de saber as conchas
a cantiga dos búzios e do mar.
Quem me quiser há-de saber as ondas
e a verde tentação de naufragar.
Quem me quiser há-de saber as fontes,
a cantiga dos búzios e do mar.
Quem me quiser há-de saber as ondas
e a verde tentação de naufragar.
Quem me quiser há-de saber as fontes,
a laranjeira em flor, a cor do feno,
a saudade lilás que há nos poentes,
o cheiro de maçãs que há no inverno.
Quem me quiser há-de saber a chuva
a saudade lilás que há nos poentes,
o cheiro de maçãs que há no inverno.
Quem me quiser há-de saber a chuva
que põe colares de pérolas nos ombros
há-de saber os beijos e as uvas
há-de saber as asas e os pombos.
Quem me quiser há-de saber os medos
há-de saber os beijos e as uvas
há-de saber as asas e os pombos.
Quem me quiser há-de saber os medos
que passam nos abismos infinitos
a nudez clamorosa dos meus dedos
o salmo penitente dos meus gritos.
a nudez clamorosa dos meus dedos
o salmo penitente dos meus gritos.
Quem me quiser há-de saber a espuma
em que sou turbilhão, subitamente
- Ou então não saber coisa nenhuma
e embalar-me ao peito, simplesmente.
em que sou turbilhão, subitamente
- Ou então não saber coisa nenhuma
e embalar-me ao peito, simplesmente.
Até Sempre...
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